Parlamento dos Jovens: Literacia Financeira para Jovens
A DECO participou numa sessão dedicada à Literacia Financeira com alunos da Escola Secundária João Silva Correia, em São João da Madeira, envolvidos no projeto Parlamento dos Jovens, reforçando a importância de capacitar as novas gerações para decisões financeiras mais conscientes, responsáveis e alinhadas com os desafios atuais da sociedade.

O Parlamento dos Jovens é um programa nacional que incentiva a participação democrática, o debate informado e o desenvolvimento do pensamento crítico entre os estudantes.
Mais Informação: Parlamento dos Jovens
A DECO tem colaborado de forma contínua com o Parlamento dos Jovens. Esta colaboração concretiza-se através de sessões de literacia financeira nas escolas, atividades formativas e workshops, com o objetivo de reforçar os conhecimentos dos alunos, apoiar o seu pensamento crítico e contribuir para uma participação cívica mais informada e responsável.
A DECO, considera que a literacia financeira é um pilar fundamental para o exercício pleno da cidadania e dos direitos e interesses dos consumidores, procurou nesta sessão dotar os jovens de conhecimentos essenciais para compreenderem melhor o mundo financeiro, prevenirem riscos e adotarem comportamentos de consumo mais informados.
Durante a atividade, os alunos tiveram oportunidade de debater temas diretamente relacionados com o seu quotidiano financeiro, explorando diversas questões, como o uso de métodos de pagamento digitais, a gestão do primeiro dinheiro que recebem, os perigos de fraudes online e a importância de planear despesas ao longo do mês, objetivos para a poupança e investimentos.
Este debate revelou-se muito enriquecedor, permitindo que os jovens partilhassem dúvidas, experiências pessoais e opiniões, desenvolvendo assim competências de pensamento crítico e tomada de decisão, competências essenciais tanto para a literacia financeira, como para a participação informada no Parlamento dos Jovens.
Ao reforçar a literacia financeira, a DECO contribui para que os jovens estejam preparados para analisar temas de relevância social, argumentar de forma fundamentada e participar ativamente na construção de propostas sólidas durante as fases escolar e académica.
Para mais informações pode contactar o Gabinete de Proteção Financeira através do número 213 710 238, ou envie-nos as suas dúvidas para o e-mail: protecaofinanceira@deco.pt .
Como ensinar os filhos a lidar com dinheiro desde cedo
No episódio de setembro, a nossa convidada é Cristina Judas, fundadora da Hey!Möney e autora do livro "Desperte o Génio Financeiro do seu Filho".
Neste novo episódio do #DECOPODe, falamos sobre a importância da literacia financeira infantil e explicamos porque nunca é demasiado cedo para começar a falar de dinheiro com os mais novos.
Ouça já o episódio do #DECOPODe e inspire-se a despertar o génio financeiro do seu filho!
Siga-nos nas suas plataformas favoritas, partilhe e deixe os seus comentários. Afinal, falar de dinheiro é falar de escolhas e juntos podemos fazer melhores escolhas para um futuro financeiro mais seguro!
Protocolo entre o Mediador do Crédito e a DECO
Um Compromisso Reforçado pela Proteção Financeira dos Consumidores
A DECO tem desempenhado um papel central na promoção da proteção financeira dos consumidores em Portugal. Foi em 2000, há 25 anos, que a associação criou um serviço pioneiro no país: o Gabinete de Apoio ao Sobre endividado — hoje designado Gabinete de Proteção Financeira (GPF). Este serviço nasceu com um objetivo claro: apoiar consumidores em situação de endividamento e promover a sua reabilitação financeira.
Ao longo destas duas décadas e meia, a DECO acompanhou de perto as transformações económicas e sociais do país, marcando presença nos momentos mais críticos da vida das famílias. Da crise financeira de 2008 à pandemia da COVID-19, passando pela atual escalada da inflação subida significativa das taxas de juro, a DECO esteve sempre ao lado dos consumidores.
Só em 2024 o GPF acompanhou cerca de 30 mil famílias, oferecendo atendimento personalizado, mediando processos com credores e promovendo ações de sensibilização e literacia financeira. Em mais de 60% dos casos, os pedidos de ajuda estiveram relacionados com situações de incumprimento — ou risco de incumprimento — associadas, sobretudo, ao crédito à habitação, cartões de crédito e crédito pessoal.
Esta experiência acumulada tem permitido à DECO atuar não só no apoio direto ao consumidor, mas também como agente ativo na identificação de más práticas no setor financeiro, na proposta de alterações legislativas e na construção de soluções equilibradas, que conciliem os direitos dos consumidores com a estabilidade do sistema financeiro.
É neste contexto de missão e conhecimento de terreno que a DECO acolhe com entusiasmo a celebração do Protocolo de Cooperação com o Mediador do Crédito. Este acordo, proposto pelo próprio Mediador, representa um passo significativo na construção de um sistema financeiro mais justo, transparente e centrado nas pessoas.

Um Protocolo com Impacto Real
A parceria agora formalizada entre a DECO e o Mediador de Crédito reforça a capacidade de intervenção conjunta de ambas, com especial enfoque na defesa dos consumidores mais vulneráveis. Através deste protocolo, serão implementados mecanismos concretos de cooperação, dos quais se destacam:
- Propostas legislativas e regulamentares: a DECO poderá apresentar sugestões de alteração sempre que estejam em causa os legítimos interesses dos consumidores;
- Encaminhamento de casos específicos: em situações excecionais, será possível remeter processos ao Mediador do Crédito para análise coordenada e célere;
- Promoção da literacia financeira: as duas entidades comprometem-se com a capacitação dos consumidores, promovendo decisões financeiras mais conscientes;
- Partilha de dados e reuniões regulares: serão criadas rotinas de trabalho colaborativo que permitirão identificar precocemente problemas e desenvolver respostas eficazes.
Visão Comum para um Mercado de Crédito Mais Responsável
Com este protocolo, reforça-se uma visão moderna e colaborativa na abordagem aos desafios do crédito e do sobre-endividamento. Trabalhar em rede, com transparência e complementaridade é essencial para aumentar a eficácia das respostas, fortalecer a confiança dos cidadãos nas instituições e promover a sustentabilidade do sistema financeiro.
A DECO reafirma, assim, o seu compromisso com a proteção dos consumidores, a promoção da literacia financeira e o desenvolvimento de políticas públicas mais justas e inclusivas. Esta parceria com o Mediador do Crédito representa não apenas um reforço institucional, mas um verdadeiro instrumento ao serviço dos cidadãos, num tempo em que a segurança e a equidade financeiras são mais necessárias do que nunca.
Outras parcerias
Se pretende saber mais sobre esta e outras parcerias da DECO no âmbito da proteção financeira dos consumidores, poderá encontrar informação atualizada em: www.deco.pt/parcerias
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Literacia Financeira: Alguns Resultados
O Conselho Nacional de Supervisores Financeiros (CNSF) divulgou os resultados do 4.º Inquérito à Literacia Financeira da População Portuguesa, conduzido em 2023. Os resultados demonstram que se progrediu pouco em termos de literacia financeira e que é necessário inverter a tendencia da poupança, que diminui face a 2020.
A literacia financeira capacita as pessoas, as famílias para tomarem decisões informadas e inteligentes. Isso inclui decisões sobre como poupar, investir, fazer empréstimos, pagar dívidas, ou até mesmo planear a reforma.
Uma situação financeira saudável ajuda a aumentar o bem-estar e a qualidade de vida das pessoas e contribui para uma economia mais forte e estável.
O indicador global de literacia financeira médio de 62,7 pontos, Portugal registou em 2023 um valor “muito semelhante” ao de 2020, apesar da melhoria ao nível de conhecimentos financeiros e da permanência de lacunas no que toca ao cálculo de juros simples e juros compostos, à diversificação de risco e ao poder de compra.
Indicador global de literacia financeira
Portugal surge em 13.º lugar no indicador global de literacia financeira entre os 39 países participantes no inquérito, registando resultados acima da média não só neste indicador global, como nas suas componentes de atitudes e comportamentos financeiros.
Indicador de bem-estar financeiro
Portugal ficou acima da média também no indicador de bem-estar financeiro, ocupando a 7.ª posição, com 50,8 pontos, em resultado das melhorias nas suas componentes de resiliência financeira (de 47,9 pontos em 2020 passou para 55,2 pontos em 2023) e de avaliação subjetiva de bem-estar (de 35,9 pontos em 2020 para 46,3 pontos em 2023).
Hábitos de gestão do orçamento familiar e capacidade de fazer face a choques financeiros
Os resultados de Portugal assentam em hábitos relacionados com a gestão do orçamento familiar mais adequados e na capacidade de fazer face a choques financeiros, destacando-se os seguintes:
- Em termos de gestão do orçamento familiar
- A grande paga as contas a tempo (85,9%),
- Evita compras por impulso (85%),
- Considera que não tem demasiadas dívidas (78,5%)
- Controla sistematicamente as suas finanças pessoais (76,9%);
A maioria valoriza o futuro, discordando de que vive para o presente (68%) e de que tem mais prazer em gastar dinheiro do que em poupar para o futuro (52,6%);
- 67,6% d afirmam ter capacidade de pagar uma despesa inesperada de valor equivalente ao seu rendimento mensal sem ter de pedir dinheiro emprestado ou a ajuda de familiares ou amigos;
- 79,5% dos entrevistados referem ter rendimento suficiente para cobrir o seu custo de vida;
- Metade dos inquiridos afirma que, se perdesse a principal fonte de rendimento, conseguiria pagar as suas despesas por um período superior a três meses.
Inclusão sistema bancário
Verifica-se um aumento da inclusão no sistema bancário:
- 96% deterem uma conta de depósito à ordem”,
- 43,8% detêm seguros,
- 35% têm cartões de crédito,
- 34,2%detêm depósitos a prazo,
- 33% têm MBWay.
O contributo da DECO
A DECO, reconhecendo a importância da literacia financeira, tem desenvolvido ações de informação e formação para os consumidores, tendo em vista melhorar as suas competências e conhecimentos sobre os conceitos financeiros básicos e úteis à gestão do dinheiro e do orçamento familiar.
O principal objetivo da Associação tem sido dotar os consumidores de ferramentas que lhes permitam a adoção de decisões económicas e financeiras adequadas, responsáveis e fundamentadas que contribuam para a sua qualidade de vida.
Mais informação: WORKSHOPS sobre Literacia Financeira nas Empresas
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Consulta 4.º Inquérito à Literacia Financeira da População Portuguesa
As mulheres e o dinheiro
A DECO através de ações de capacitação tem vindo a desenvolver um trabalho que visa promover a literacia financeira na comunidade em geral, mas com um olhar especial para a relevância que esta matéria pode ter na vida das mulheres.
Segundo um estudo realizado pelo Banco Central Europeu, Portugal ocupa uma das últimas posições no ranking de literacia financeira dentro dos países da zona euro, destaca-se ainda que entre aqueles que tem menos instrução a nível de finanças pessoais estão as mulheres.
Mais informação: Literacia financeira : um caminho a percorrer
Num panorama social onde as desigualdades em termos socioeconómicas são gritantes é preciso empoderar as mulheres através da informação e conhecimento sobre finanças pessoais.
Apesar dos dados as mulheres reconhecem a importância de ter a sua independência financeira trabalhando arduamente para esse objetivo. Estamos cientes que a literacia financeira é uma ferramenta que fomenta o empoderamento da mulher.
A DECO dá os parabéns a todas as mulheres que continuam a desbravar caminho e a tornarem-se financeiramente mais resilientes contribuindo para uma sociedade para igualitária.
Mais informação: Literacia Financeira nas Empresas
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Literacia financeira : um caminho a percorrer
Portugal é o segundo país da União Europeia (UE) pior classificado em literacia financeira, sobre questões como inflação e juros.
Estes dados resultam de um inquérito realizado, em 2023, pela Comissão Europeia e publicado no relatório produzido pelo grupo de reflexão Bruegel, que indica que os portugueses inquiridos foram, só atrás dos romenos, os piores em conhecimentos financeiros.
Este estudo sobre “O estado do conhecimento financeiro na União Europeia”, publicado no passado dia 23 de fevereiro, pedido pela presidência belga do Conselho da União Europeia, mostra que o nível de literacia financeira tem melhorado muito pouco nos últimos anos.
A literacia financeira relaciona-se com o conhecimento e compreensão, mas também com a capacidade de promover a tomada de decisões financeiras.
Perante cinco perguntas relacionadas com finanças, inflação, juros compostos, relação entre taxas de juro e preços das obrigações, risco e rendimento e diversificação dos juros, apenas 42% dos portugueses inquiridos foram capazes de responder corretamente a pelo menos três questões. A média europeia dos 27 Estados-Membros é de 52%.
A partir dos dados do Eurobarómetro, o estudo da Bruegel faz uma análise entre literacia financeira e sucesso financeiro. Conclui que
"os países com maior proporção de pessoas com conhecimentos financeiros têm um maior número de pessoas que poupam e pedem empréstimos a uma instituição financeira, o que indica que os conhecimentos financeiros podem melhorar a inclusão financeira"
O estudo analisa, ainda, a relação entre literacia financeira e a resposta a imprevistos, concluindo que
“as pessoas com mais conhecimentos financeiros são menos frágeis financeiramente, na medida em que conseguem cobrir as suas despesas em caso de perda súbita de rendimentos e estão mais confiantes de que terão fundos suficientes para se sustentarem durante a reforma”.
É possível, também, ler no estudo que “a resiliência e confiança de ter poupanças suficientes para viver confortavelmente ao longo dos anos da reforma aumenta com maior conhecimento financeiro”.
Recomendações para o futuro
Perante os resultados do Eurobarómetro e as fragilidades no conhecimento financeiro na UE, o estudo da Bruegel recomenda que todos os países da UE criem uma estratégia nacional de literacia financeira e para isso os países devem, nomeadamente:
- Acelerar os esforços para promover a literacia financeira, sobretudo junto das mulheres e jovens.
- Promover a literacia financeira nas escolas, da educação primária ao ensino superior, e também como tema de formação contínua ao longo da vida;
- Considerar a literacia financeira um complemento da regulação financeira;
- Continuar os esforços de monitorização regular dos níveis de literacia financeira dos europeus como forma de identificar as melhores práticas e promover a troca de ideias e experiências.
A importância da literacia financeira
De acordo com a Recomendação do Conselho da OCDE, de 29 de outubro de 2020, a literacia financeira “é uma combinação de consciencialização, conhecimentos, aptidões, atitudes e comportamentos no domínio financeiro necessários para tomar decisões financeiras sólidas e, em última análise, alcançar o bem-estar financeiro individual.
Mais informação: Formação e Educação dos consumidores
O contributo da DECO
A DECO, reconhecendo a importância da literacia financeira, tem desenvolvido ações de informação e formação para os consumidores, tendo em vista melhorar as suas competências e conhecimentos sobre os conceitos financeiros básicos e úteis à gestão do dinheiro e do orçamento familiar.
O principal objetivo da Associação tem sido dotar os consumidores de ferramentas que lhes permitam a adoção de decisões económicas e financeiras adequadas, responsáveis e fundamentadas que contribuam para a sua qualidade de vida.
Mais informação: WORKSHOPS sobre Literacia Financeira nas Empresas
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Literacia Financeira nas Empresas
A DECO tem realizado diversos workshops sobre Literacia Financeira, em parceria com diversas empresas e organizações com o objetivo de ajudar os portugueses a enfrentar choques negativos nos seus rendimentos ou a alcançarem a sua independência financeira.
A informação é poder para o consumidor
Saber como se pode fazer uma melhor gestão do orçamento com objetivos de poupança, a importância de assegurar os compromissos assumidos com os créditos, formas de gerir os riscos e o que fazer em caso de dificuldades maiores, são algumas das temáticas abordadas.
A crise económica já se sente na carteira das famílias. Com a subida dos preços, as despesas da casa aumentam e o consumo tende a retrair. Neste sentido, é urgente preparar os portugueses para serem mais resilientes financeiramente: saber gerir as finanças pessoais em tempos de crises e como enfrentar o aumento da Euribor é fulcral para que não se caía num ciclo vicioso de endividamento.
Aliada a esta circunstancia temos o aumento da complexidade dos produtos financeiros, bem como, a necessidade de sensibilizar e alertar a população para a importância de alterar determinados comportamentos, são algumas das razões que explicam o aumento de necessidade destes programas de literacia financeira em especial da formação financeira no local de trabalho .
Sabe-se que os níveis de produtividade de uma organização podem ser afetados pelo bem-estar financeiro dos seus colaboradores, por isso muitas empresas assumem um papel mais ativo na literacia financeira dos seus trabalhadores. E, as organizações têm um papel fundamental na construção de uma sociedade que contribua para o bem-estar das suas famílias que enfrentam desafios sem precedentes.
Workshops sobre Literacia Financeira
Com os workshops sobre Literacia Financeira, a DECO, tem que tem como objetivo principal a capacitação dos colaboradores em matérias de literacia financeira.
Pretende-se que estes consumidores sejam mais informados, esclarecidos e confiantes, capazes de tomar decisões de consumo conscientes e habilitadas para alcançar o bem-estar financeiro.
Mais informação em:
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